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A METONÍMIA COMO PROCESSO
O processo de elaboração da metonímia assemelha-se, mas não se confunde, ao processo de elaboração da metáfora. Podemos definir a metáfora como uma relação de similaridade entre duas palavras ou expressões, como uma comparação implícita, sem a presença do elemento comparativo (o que a diferencia do símile ou comparação, em que este elemento comparativo está presente). Já a metonímia pode ser definida como uma relação de contigüidade, de aproximação, em que parte do conteúdo semântico de uma palavra ou expressão, ou um conteúdo semântico associado a esta palavra ou expressão, é relacionado a outra palavra ou expressão, também numa comparação implícita, só que parcial (entre um todo significativo e um traço significativo de outro todo significativo), ou numa relação de substituição comparativa, em que um traço significativo de uma palavra ou expressão representa toda a palavra ou expressão.
Como podemos ver, ainda que a metonímia não tenha, muitas vezes, a expressividade da metáfora, sua amplitude temática e a imensa variedade dos seus processos de elaboração, tornam-na muito mais freqüente e, conseqüentemente, passível de uso estilístico do que a metáfora. Além disso, como pretendemos demonstrar adiante, vários tipos de metonímias são extremamente expressivos e vêm sendo usados com maestria pelos grandes escritores e artistas com efeitos admiráveis.
http://www.filologia.org.br/viiifelin/32.htm
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Biografia de Machado de Asis.
Joaquim Maria Machado de Assis, nasce do no Rio de Janeiro a 21 de junho de 1839 e morre a 29 de Setembro de 1908. Começa a vida como sacristão, aprendendo a ler e escrever com um padre. É obrigado a trabalha desde infância como aprendiz de tipógrafo e mais tarde como revisor, torna-se depois ajudante de direção do Diário Oficial. Em 1873, entra para o ministério da agricultura, onde trabalha até a aposentadoria, poucos anos antes de sua morte.
Machado de Assis descendente de uma família humilde, aprendeu por si mesmo com seu próprio esforço, viveu numa época em que o Brasil estava sob regime monárquico escravocrata, na época D. Pedro II era imperador do país. Cultivou quase todos os gêneros literários, mas destacou-se coo ficcionista. Inicia sua fase realista, demonstrando um estilo perfeito, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). Esse romance apareceu inicialmente em folhetins, na Revista Brasileira do Rio de Janeiro, 1880; sendo que essa obra é considerada como marco inicial do realismo brasileiro.
Machado de Assis, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (1897), na qual foi aclamado seu primeiro presidente até a sua morte.
A obra poética de Machado de Assis divide-se me duas fases: a romântica (que sofre forte influência de Gonçalves Dias) e a mais próxima ao Parnasianismo (com temas semelhantes ao de Raimundo Correia). A prosa machadiana divide em: 1ª fase (romances com características românticas) e a 2ª fase (com características realistas).
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http://pt.shvoong.com/humanities/370183-biografia-machado-assis/
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Machado de Assis descendente de uma família humilde, aprendeu por si mesmo com seu próprio esforço, viveu numa época em que o Brasil estava sob regime monárquico escravocrata, na época D. Pedro II era imperador do país. Cultivou quase todos os gêneros literários, mas destacou-se coo ficcionista. Inicia sua fase realista, demonstrando um estilo perfeito, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). Esse romance apareceu inicialmente em folhetins, na Revista Brasileira do Rio de Janeiro, 1880; sendo que essa obra é considerada como marco inicial do realismo brasileiro.
Machado de Assis, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (1897), na qual foi aclamado seu primeiro presidente até a sua morte.
A obra poética de Machado de Assis divide-se me duas fases: a romântica (que sofre forte influência de Gonçalves Dias) e a mais próxima ao Parnasianismo (com temas semelhantes ao de Raimundo Correia). A prosa machadiana divide em: 1ª fase (romances com características românticas) e a 2ª fase (com características realistas).
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http://pt.shvoong.com/humanities/370183-biografia-machado-assis/
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Quinhentismo
Em 1549 chegaram ao Brasil os primeiros jesuítas, vieram com a missão de divulgar a fé entre os colonos, oferecer catequese aos índios e dar educação (ler, escrever, contar).
O destaque principal foi a de um grupo chamado Companhia de Jesus, temendo que a contra reforma chegasse antes por aqui instalaram no Brasil seu desenvolvimento missionário. Destaca-se Padre Manuel da Nóbrega autor de Diálogos sobre a conversão de Gentios e o Frei Vicente Salvador autor de a história do Brasil, o principal destaque é sem duvida o Padre José de Anchieta conhecido como o apóstolo do Brasil, fundou a escola Piratininga.
Pd. Anchieta é conhecido por seu teatro e poesia que tinham como assunto principal a edificação do índio e do branco. Seus textos se apoiavam na luta do bem contra o mal, na anjo e no demônio, utilizava a dança e o canto para chamar a atenção do índios levando ao Pd. Anchieta a pesquisar a língua tupi-guarani chegando a estudar a gramática tupi-guaranie Anchieta misturava três línguas - o tupi, o português e o espanhol, além de citações em latim.
Na poesia Expressa a profunda devoção à virgem Maria e ao Teocentrismo do universopregava o distanciamento do pecado encontrando o consolo do divino e como recompensa a felicidade e o amor de Deus ,utilizava-se de “Medida Velha” empregando os redondilhos maiores (7 sílabas) e redondilhos menores (5 sílabas).
Lista dos mais famosos registros produzidos na época:
- Carta de Pero Vaz de Caminha (1500)
- Diário de navegação, de Pero Lopes de Sousa (1530)
- Tratado da Terra do Brasil e a História da Província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil, de Pero de Magalhães Gandavo (1576)
- Tratado Descritivo do Brasil, de Ambrósio Fernandes Brandão (1618)
- História do Brasil, de Frei Vicente do Salvador (1627)
- Duas Viagens ao Brasil, de Hans Staden (1557)
- Viagem à terra do Brasil, de Jean de Léry (1578)
- Cartas dos Jesuítas à Metrópole, dando contas de suas atividades nos primeiros séculos de catequese.
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http://www.mundovestibular.com.br/articles/236/1/QUINHENTISMO-/Paacutegina1.html
O destaque principal foi a de um grupo chamado Companhia de Jesus, temendo que a contra reforma chegasse antes por aqui instalaram no Brasil seu desenvolvimento missionário. Destaca-se Padre Manuel da Nóbrega autor de Diálogos sobre a conversão de Gentios e o Frei Vicente Salvador autor de a história do Brasil, o principal destaque é sem duvida o Padre José de Anchieta conhecido como o apóstolo do Brasil, fundou a escola Piratininga.
Pd. Anchieta é conhecido por seu teatro e poesia que tinham como assunto principal a edificação do índio e do branco. Seus textos se apoiavam na luta do bem contra o mal, na anjo e no demônio, utilizava a dança e o canto para chamar a atenção do índios levando ao Pd. Anchieta a pesquisar a língua tupi-guarani chegando a estudar a gramática tupi-guaranie Anchieta misturava três línguas - o tupi, o português e o espanhol, além de citações em latim.
Na poesia Expressa a profunda devoção à virgem Maria e ao Teocentrismo do universopregava o distanciamento do pecado encontrando o consolo do divino e como recompensa a felicidade e o amor de Deus ,utilizava-se de “Medida Velha” empregando os redondilhos maiores (7 sílabas) e redondilhos menores (5 sílabas).
Lista dos mais famosos registros produzidos na época:
- Carta de Pero Vaz de Caminha (1500)
- Diário de navegação, de Pero Lopes de Sousa (1530)
- Tratado da Terra do Brasil e a História da Província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil, de Pero de Magalhães Gandavo (1576)
- Tratado Descritivo do Brasil, de Ambrósio Fernandes Brandão (1618)
- História do Brasil, de Frei Vicente do Salvador (1627)
- Duas Viagens ao Brasil, de Hans Staden (1557)
- Viagem à terra do Brasil, de Jean de Léry (1578)
- Cartas dos Jesuítas à Metrópole, dando contas de suas atividades nos primeiros séculos de catequese.
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http://www.mundovestibular.com.br/articles/236/1/QUINHENTISMO-/Paacutegina1.html
Epítetos de jogadores de futebol
Epíteto: "Palavra, que qualifica um substantivo. Qualificação; cognome."
Aqui estão alguns epítetos usados para jogadores de futebol:
- Ronaldo fenômeno.
-Pelé, o Rei.
-Luis Fabiano, fabuloso.
-Adriano, Imperador.
-Danilo, o príncipe.
-Lima, o garoto de ouro.
-Ademir da Guia, o Divino.
-Kléber, gladiador.
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Pelé, o Rei - 1970
Aqui estão alguns epítetos usados para jogadores de futebol:
- Ronaldo fenômeno.
-Pelé, o Rei.
-Luis Fabiano, fabuloso.
-Adriano, Imperador.
-Danilo, o príncipe.
-Lima, o garoto de ouro.
-Ademir da Guia, o Divino.
-Kléber, gladiador.
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Pelé, o Rei - 1970
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